A Coligação Juntos Pelo Concelho da Mealhada (JPCM) acusa a maioria socialista que gere a Câmara da Mealhada de falta de ética e transparência na questão da regularização da precariedade laboral municipal. Segundo um comunicado do líder da oposição, Hugo Silva, depois da última reunião de Câmara, onde aquele assunto foi abordado, o presidente da Câmara da Mealhada, Rui Marqueiro, terá usado o voto de qualidade para aprovar “muitos processos de desinformação”, aponta Hugo Silva, comentando que “se os processos fossem transparentes e o acesso à informação fosse prestado, provavelmente teriam sido aprovados por unanimidade. Estes futuros funcionários públicos mereciam ter já o seu mérito reconhecido, tal como aconteceu com quem entrou antes deles”.

O vereador da oposição refere que este processo tem a ver com cerca de 20 funcionários externos ao município, “fruto da Lei 112/2017 de 29 de Dezembro”, que “podem ver agora corrigidas as injustiças do seu trabalho precário para o município da Mealhada”. Mas “acontece que este processo tem regras, e apertadas. Mas de todos os processos, só 3, em cerca de 20, chegaram à reunião com essas informações transparentes e completas”.
Argumentando que os três elementos da coligação votaram “em consciência, sabendo que o acesso à carreira pública se faz com mérito e exigência”, argumentando que “com tanta desinformação só pudemos votar favoravelmente os 3 processos que chegaram completos”, votando contra nos restantes.

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